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16 de março de 2015

Encontraste-me!



Encontraste-me!

Aspiro entender o segredo de teus versos...
Quero surgir deste tal vulcão que te queima
A alma...
Oculta atrás de meus flamejantes olhos
Leio teus poemas com ânsia... Pois nas entrelinhas
Sinto tão doce os contornos esboçados nas sombras
Das noites minhas... Que almejas serem tuas!


Estive até aonde os anseios renascem
Não há desvelo quando não se sente amor... 
Ah! E este meu coração que arde...em chamas!

Encontraste-me...
E eu te achei em formoso e breve tempo 
Viajando quem sabe, em flumens brandos...
E eu já te amo assim perdidamente!

Celina vasques