.

26 de junho de 2012

PERDE-SE O AMOR... POR MEDO!


PERDE-SE O AMOR... POR MEDO!

No fim, é sempre assim... Perde-se um grande amor - por medo! Perde-se por medo e ainda muito, muito cedo. Não é por desatenção, por falta de razão ou desmaze-lo. Perde-se o amor, definitivamente: por medo! Por medo dos problemas, dos dilemas, da família. Por medo de sentir os fantasmas que apavoram a vida. Por medo de sentir a adrenalina. Por medo de sentir como é grande a química. Definitivamente, o amor mais sentido, mais sonhado, mais vivido... Vai-se embora... como se vai o teu último suspiro. Vai-se meio sucumbido. Meio silente... muito entristecido. É quando então, sem opção, hipoteca-se tudo de bom. Perde-se a cor, perde-se o som, perde-se o tom. E não é por desencontro ou muito menos desapego, não é por um defeito, nem tampouco desacerto. Quando menos se espera... o amor mais sonhado, mais vivido, mais sentido... Perde-se por medo!

Adriano Hungaro