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28 de maio de 2012

Chove


 


Chove essa noite, janelas embaçadas,
A água que toca o telhado transforma-se em musica,
Convidando a dançar um velho coração apaixonado.

Velho sim, pois, se um segundo longe de Ti,
Parece-me cem anos,
Quantos milênios ele há de aguardar, até que você volte?

Chove de mim, pensamentos confusos,
A água que toca minha face transforma-se em poesia,
Denunciando o que nunca lhe foi segredo!!!

Nunca mesmo, e talvez isso lhe traga novamente,
Eu estarei aqui, não deixarei de Te Amar,
Pois, sei que essa chuva um dia, vai passar...

Fulvio Ribeiro.