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13 de dezembro de 2010

NÃO TE AUSENTES


Não te ausentes de mim
Para que os dias não se façam vazios
Para que as tardes não se esmoreçam
Deixando as prímulas da janela em pálida cor

Não te ausentes...

Pois o escuro da noite traz um
Silêncio que me assusta
Me pondo em sobressalto constante
Deixando meu corpo em febre

Deixa comigo sua presença
E com ela, o azul celeste a colorir as manhãs do meu viver
Sentindo o brilho do teu olhar a me conduzir em rumo certo

Te quero próximo!
Caminhando no solo firme dos meus sonhos
Onde te busco em cada ponto do universo
Procurando teu rosto com carícias de seda

Não te ausentes!

Para que eu não viva a tatear tua imagem
Sentindo-me como constante sol a buscar-te
Vendo-te como eterna sombra a fugir-me.

Simplesmente Teresa