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16 de dezembro de 2010

Meu nome é amor.


Eu sou amor
não quero glamour...
Sou eu a frase bonita
de uma canção.
Não quero aplausos só quero
cantar ao mundo o que
minha alma pedir.
Não faço cobranças grito o
que me aperta o peito para
quem quiser ouvir.
Sou o vento que queima a face
em tardes de verão.
Sou eu o amor que queima
em brasa quem
me seguir.

Sou a paixão que
fala alto quando se perde
a simplicidade da emoção.
A paz que dita palavras doces
em tudo que sou capaz.
Traço sem medo sem buscas
de tradução o que tu
chamas de segredo.
Sou eu o amor sem interesses
nas palavras sem
compromisso e sem
traspassas.

Meu nome é amor...
Sou desejo sem culpa
como a noite de luar.
Sou também a capacidade
de falar tudo que não
sou capaz de ouvir.
Sou um peixinho ou tubarão
sou maré mansa ou ondas
furiosas em alto mar.
O elo gigante da alma de amantes
que queima em fogo ao se deitar.
Sou eu o amor que canta
profundo sem nada
pedir.

Marisa Torres