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21 de agosto de 2010

ELIZA GREGIO:


A PINTORA COM ALMA DE POETA

Eliza Augusta Gouveia Gregio nasceu em 29 de Setembro de 1958 em Umuarama – Paraná, foi morar na capital do estado de São Paulo em 1977, onde residiu durante 30 anos.

Este ano, mudou se para São João da Boa Vista, em busca de paz e inspiração para escrever seus poemas.

Esposa, mãe e avó apaixonada.

A pintura é sua arte e a poesia é sua alma.

Professora de artes plásticas, foi voluntária em escolas da família.

Por amor a literatura está de volta à escola, após um intervalo de 30 anos, onde pretende cursar a Faculdade de Letras.

Atualmente participa de vários blogs na internet onde posta seus trabalhos, tem seu livro solo em várias escolas e bibliotecas públicas, em que ela mesmo presenteou, com carinho, num incentivo a literatura.

No ano de 2008 participou da Antologia Delicatta, um projeto de Luiza Moreira pela editora Scortecci e de um projeto elaborado por Magali de Oliveira “III Antologia dos poetas Virtuais”.

Em 2009 participou de um concurso onde foi selecionada para um projeto de antologia do Beco os Poetas e, também em 2009, participou de um projeto elaborado por Jane Rossi, pela Editora All Print onde participou como convidada especial do “Alimento da Alma” volume II.

Este ano de 2010, está participando do próximo projeto de Jane Rossi “Alimento da Alma” volume III.

Lançou seu livro solo no ano de 2009 “Sentimentos da alma”, Pela Editora Schoba.

Está preparando seu segundo livro solo, que vai lançar em 2010.

Acadêmico Correspondente 1122
São Paulo - SP - Brasil

Coração frágil

Existe uma mulher dentro de mim
Em que a vida sova constantemente
Por ser revolucionária ao meu viver...
É a outra entre os meus sonhos.
Uma outra ainda que habita os meus sonhos
É sedutora, maquiavélica, inteligente,
Não tem pra ela nenhum obstáculo
Intransponível, tudo parece fácil,
Vive o momento em plena liberdade.
Voa até mim com um objetivo só:

Tornar-me um ser feliz... nada mais!

Sou covarde em escolher uma delas.
A primeira sofre por ser frágil diante do sistema,
sem saída, luta em vão contra o tempo;
Enquanto a outra se apossa da minha mente
E coloca diante de mim todas as armas fatais
Que uma mulher possa usar visando sucesso.
As duas fazem com que eu lute constantemente
por tudo que estou perdendo no meu dia-a-dia.

Sou covarde e por covardia ignoro as duas!
Assim fico com o coração mais frágil
E me remoendo de um infernal remorso,
Enquanto que o meu ser continua sangrando
Por ser vítima de uma existência voraz e algoz.

Elliza Gregio