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15 de abril de 2010



ANTONIO POETA: “A POESIA DEIXA MINHA ALMA EM FORMA”

Carioca, viúvo, 55 anos, divide o seu tempo hoje entre os netos e a poesia.

Antônio Poeta diz que não tem qualquer técnica literária, ou seja, escreve por percepção, sobre todas as coisas que aprendeu, sem a preocupação de rebuscar palavras ao escrever, pois, escreve com o sentimento. Talvez esta seja a sua grande técnica.

Bastante respeitado, é conhecido pela firmeza de suas opiniões, mas faz questão de enfatizar: “Não julgo ou prejulgo criaturas ou organizações, excepcionalmente opino, indo do impudico ao espiritual; do banal ao intelectual, em meus comentos, me desnudando por completo”.

E prossegue: “Perdoem-me, se estiver censurável em quaisquer de minhas abordagens, sob formas de conclusões, sentimentos e, principalmente, se eu induzir alguém ao erro, intermediado por meu filosofar ou poetar, pois não o faço por irresponsabilidade, maldade ou vaidade, e sim, por uma quase que absoluta credulidade nas convicções assimiladas por mim, nesse mais de meio século de meu existir. Minhas duvidas decorrem da constatação que tenho, de ser um individuo atentado... Aliás, em verdade, todas as pessoas que lidam e despertam convicções e emoções, são atentadas. Atentadas por outros indivíduos encarnados como ela, e ainda, por espíritos desencarnados, que a modelo dos encarnados, ambicionam verem as suas opiniões relatadas e divulgadas. Sendo assim, tácito, que parte desses dois grupos ao não se sentirem contemplados por meus escritos, sempre estarão a me espreitar e atentar. Xô, cambada de chatos visíveis e invisíveis e sustem de me emboscar!”.

Esse é o Antonio Poeta, uma figura admirável que enfatiza que não possui a modéstia e sabedoria do pródigo Sócrates, que dizia: "Só sei, que nada sei". Ele, opta por afirmar: “Só sei, que sei, porém, não sei, como sei, mas sei, que se precisar, meu sentir reformar, por força de nova convicção, não me melindrarei e francamente o farei, pois também sou camaleão”.

Antonio Poeta escreve, filosofa e faz poesias, é a maneira que, segundo ele, encontrou para “deixar a alma em forma”.

Na Internet, Antonio Poeta já realizou dois sonhos, são eles:

PORTAL ANTÔNIO POETA
http://www.revista-de-poesias.blogspot.com/

PAQUETÁ *ILHA DA POESIA*
http://www.paqueta-ilhadapoesia.blogspot.com/

E segue abaixo uma poesia de autoria de Antonio Poeta:

Não é à Toa
Que Te Chamam
Cidade Maravilhosa

Galante cidade majestade,
a mais hilariante e elegante,
vanguarda e empáfia do Brasil.
Gracioso Rio, metrópole nota mil.
È lastimoso, seu nome ser masculino,
contudo, isso não importa, pois sua beleza
exagera em pueril feminil... É muito mulheril.
Rio da mocinha, da moça, da mulher e da coroa
super-abundantemente lasciva, instigante e gostosa.
Claro, não é à toa, que te chamam cidade maravilhosa!

Rio batizado por água e sal,
de samba e apinhado de bossa,
de esportes e verão o ano inteiro,
da boemia sadia e hiper-glamourosa.
Rio de civilização independente, ditador
de cultura, de eventos e manifestos políticos.
Rio de montanhas e mata atlântica, e dos saraus
mais alegres do país. Rio de pele ardente e morena,
e consciência vaidosa. Rio efervescente de gente bonita
e sedutora, não é à toa, que te chamam cidade maravilhosa!


Rio da poesia da Ilha de Paquetá,
Rio do mais extraordinário revéillon
e do povo, mais lúdico e hospitaleiro.
Rio Capital Imperial e da Repúb. inicial,
meu adorado, meu dourado Rio de Janeiro.
Rio dos Tamoios e de todos que nasceram aqui.
Rio de todos que o amam e o adotaram de coração.
Rio hoteleiro, gastronômico, de museus e monumentos:
Para sempre, meu afável Rio, continuarás a ser entre todas
as cidades dessa Nação, a mais urbana, acalorada e generosa.
Tácito, meu Rio, não é à toa, que te chamam cidade maravilhosa!

Rio, alento dos poetas; cineastas; atores;
músicos; escritores; fotógrafos e chargistas:
Rio genitor e acolhedor das artes e dos artistas.
Rio de caráter concubino, urbe tropical e garbosa.
Rio de mar aberto e do Cristo alto de braços abertos.
Rio de todas as religiões, crenças e de todos os idiomas.
Rio de pendor lírico, labor, lazer, prazer, amor e de humor.
Rio dos reais gozos, culpas, sabores, cores, opiniões e aromas.
Rio de clemência igualitária, sensibilidade, parceria e filantropia.
É verdade, meu Rio, não é à toa, que te chamam cidade maravilhosa!

Antônio Poeta


http://www.antoniopoeta.blogspot.com/

http://www.editorialdoportal.blogspot.com/

http://www.revista-de-poesias.blogspot.com

http://www.paqueta-ilhadapoesia.blogspot.com/